domingo, 17 de outubro de 2010

FARINHA DE LINHAÇA INTEGRAL TEM QUE SER ESTABILIZADA









O mercado de alimentação no Brasil observa um crescente perfil de consumidores voltados para uma reeducação alimentar que traga benefícios diretos à saúde e ao bem-estar físico e mental, o que incentiva a popularização de produtos como a linhaça nas gôndolas dos supermercados.

Contudo, apesar do interesse em saber que um alimento como a linhaça faz bem à saúde, muitos consumidores menos informados ainda hesitam em experimentar este grão, por não saberem exatamente como encaixá-lo dentro de seus hábitos alimentares e até mesmo sobre os cuidados necessários em sua armazenagem.

Atenta a esta necessidade, empresas como a Giroil investem na diversificação das formas de comercializar este alimento, potencializando o seu consumo nas mais diversas refeições e esclarecendo detalhes importantes sobre os seus atributos - como o fato de que os grãos triturados é a melhor forma para o organismo absorver todos os nutrientes da linhaça.

Neste contexto, produtos como a Farinha de Linhaça Dourada Integral já vem pronto, para oferecer ao consumidor todas as propriedades naturais associadas a este alimento de maneira prática e saborosa - como manda a cartilha da alimentação moderna e funcional.

As opções de consumo da farinha de linhaça nas refeições são muitas: o alimento pode ser adicionado em sucos, iogurtes, shakes, saladas de fruta, cereais matinais, como em pães, doces, biscoitos e até mesmo em pratos salgados - a recomendação dos nutricionistas é de se introduzir de uma a três colheres diárias do produto na dieta cotidiana.

A semente de linhaça dourada, uma versão que se destaca por um sabor mais suave e textura mais macia é produzida sem a utilização de agrotóxicos e se destaca pelo alto teor vitamínico, benefícios nutricionais, os atributos digestivos e de limpeza do organismo proporcionada pelas fibras, o equilíbrio hormonal associado às lignanas, a presença de ômega 3 e 6, além do aporte de minerais como cálcio, fósforo e magnésio e propriedade antioxidante.


Mas é necessário que a farinha de linhaça, tenha passado por um processo térmico especifico, onde as enzimas presentes nas farinhas integrais sejam inativadas, farinhas não tratadas podem acarretar rapidamente em rancificação que resulta num sabor desagradável. A rancificação é resultante de sua atividade enzimática, mais propriamente é devida a ação de uma enzima chamada lipoxidase que catalisa a oxidação dos ácidos graxos polinsaturados. O resultado é o surgimento de radicais que podem afetar outras moléculas, inclusive as proteínas.


A Giroil desenvolveu um processo de estabilização por inativação enzimática que consegue alcançar alto grau de eficiência na farinha de linhaça integral, a fim de tornar seu uso mais fácil, sadio e organolepticamente (cor, sabor, odor) agradável. Esse processo também é responsável pelo aumento da digestibilidade, devido á inativação de alguns fatores antinutricionais.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Verão - Emagrecer - Tempo de cuidar da saúde e do corpo



Com a chegada do Verão, a maior parte das pessoas parece preocupar-se mais com aquilo que ingere e, é nesta época do ano, que mais se fazem dietas. Muitas vezes, esses regimes alimentares são de tal forma drástica que originam problemas de saúde graves. Vamos esclarecer sobre os conceitos de calorias e energia, com o objetivo de que possam escolher mais acertadamente os alimentos que pretendem ingerir e assim, realizar dietas mais equilibradas.


O conceito de energia aplica-se à nutrição no que se refere ao consumo e à quantidade de alimentos que o ser humano necessita para viver. O joule (J) é a unidade de energia, mas continua a ser hábito falar-se de calorias. A caloria nasceu como unidade de "calor" e, em termodinâmica, a caloria é definida como a quantidade de energia necessária para elevar 1ºC à temperatura de 1g de água. No caso de corpo humano, um grande consumidor de energia, utiliza-se valores mais elevados e, por essa razão, utilizam-se as quilocalorias (kcal), vulgarmente chamadas apenas de calorias. Assim, a caloria é a unidade de medida do valor calórico (isto é, energético) dos alimentos. Apenas a título de curiosidade, 1 caloria (ou 1 kcal) corresponde a cerca de 4,2 quilojoules (kJ), unidades a que já estamos tão habituados nas composições nutricionais dos produtos alimentares que consumimos.
Mas que quantidade de energia fornece determinado alimento e como se calcula o seu valor calórico? Existem quatro elementos que fornecem energia ao corpo humano, porém apenas três deles também fornecem nutrientes. São eles: as proteínas, os carboidratos (hidratos de carbono) e os lípidos (gorduras). O quarto elemento é o álcool que não fornece nenhum nutriente, exceto energia, praticamente sob a forma de calorias, neste caso, as chamadas "calorias vazias". O valor calórico de determinado alimento ou a energia que fornece é calculada através da seguinte fórmula: 1 grama de proteínas fornece 4 cal (ou seja, 4 kcal), 1 grama de carboidratos também fornece 4 cal e 1 grama de lípidos fornece 9 cal. Por seu lado, 1 grama de álcool fornece 7 calorias.
Todas as atividades que realizamos implicam um gasto de energia, sejam as mais básicas (manter a temperatura corporal, respirar, pensar, falar, etc.), ou outras atividades físicas como a prática desportiva, por exemplo. As necessidades calóricas variam de acordo com a estatura, a intensidade do exercício muscular que se exerce (ou não exerce) e com a amplitude das variações térmicas ambientais. Variam ainda em determinados estados biológicos (gravidez e amamentação, por exemplo). As necessidades calóricas variam ao longo da vida e diminuem com o decorrer da idade. Destaca-se ainda o fato de que no decurso de doenças, as necessidades calóricas aumentarem bastante. Se o aporte de nutrientes não for suficiente, o peso corporal diminui devido à perda de tecido adiposo (ou seja, energia que se encontrava em reserva) e à custa da destruição de tecido muscular.
Em suma, se procura controlar o peso e fazer uma dieta saudável e equilibrada deve respeitar a proporção em que os diferentes nutrientes entram na alimentação. Para uma dieta segura e equilibrada o melhor e ter o acompanhamento de uma nutricionista.

Chia, alimento completo: Proteínas, carboidratos e lipídios

A semente de chia (Salvia hispanica L.) é um dos alimentos mais completos e nutritivos. Oriunda do México, da família das mentas, trata-se de uma pequena semente de forma oval, de cor castanho claro, cuja composição nutricional e respectivos benefícios para a saúde já são conhecidos há centenas de anos, apesar de só mais recentemente se ouvir falar desta semente.
Extremamente rica em fibras, antioxidantes, proteínas, vitaminas e minerais, sendo a fonte vegetal mais rica em ácidos gordos ômega-3 que se tenha conhecimento até à data. Contém mais ômega-3 que o salmão ou as sementes de linho, mais antioxidantes que os mirtilos, mais fibras que os flocos integrais e mais cálcio do que o leite gordo.
A sua riqueza em ômega 3, entre outros, aumenta a resistência contra doenças e confere propriedades anti-inflamatórias. O óleo de chia é rico em antioxidantes naturais, impedindo a oxidação das gorduras, razão pela qual os ácidos gordos ômega-3 administrados através da chia são extremamente estáveis e podem ser conservados durante muito tempo, contrastando com o que se passa com a maior parte das outras fontes
de ômega-3.
A chia pertence, exatamente como o psílio e a linhaça ou sementes de linho, às sementes mucilaginosas. Estas sementes são de fato ricas em mucopolissacarídeos e constituem uma excelente fonte de fibras alimentares solúveis e insolúveis. São os mucopolissacarídeos solúveis que formam um gel mucoso incolor à superfície das sementes, quando entram em contacto com a água. Quando se coloca um punhado de sementes de chia num copo de água, constata-se que após alguns minutos o copo está cheio com um tipo de gel. Estas mucilagens são benéficas para os intestinos. Podem absorver até 12 vezes o seu peso em água, o que faz que melhorem a qualidade e a consistência das fezes. A digestão é feita de forma mais lenta, ajudando também a equilibrar a glicemia, prevenindo e controlando situações de diabetes.
Estas sementes fizeram parte da dieta dos Astecas e Maias. As rações dos guerreiros Astecas eram compostas por apenas 2 colheres de sopa destas mesmas sementes, o suficiente para 24 horas de sobrevivência.
Hoje em dia, são já vários os estudos científicos que ajudam esta semente a ganhar rapidamente uma enorme popularidade.
Pode juntar as suas sementes de chia nos cereais, iogurtes ou saladas;

Razões para consumir chia

- São nutritivas - além do destaque da sua riqueza em ómega 3, são ricas em antioxidantes, cálcio, proteínas, fibras, vitaminas e minerais.

- São energizantes - não só fornecem energia de forma rápida e duradoura, como fornecem vigor e endurance. O termo endurance, que é amplamente utilizado, significa a capacidade de resistência aeróbia de longa duração, ou seja, a capacidade de manter contrações musculares por um período de tempo prolongado.

- Reduzem a vontade de petiscar - devido à sua capacidade de absorção de líquidos e ao seu teor de fibra altamente solúvel, ajuda na libertação de carboidratos complexos de forma lenta e natural na corrente sanguínea.

- São de fácil digestão - não há necessidade de serem cozinhadas antes de serem ingeridas. O organismo humano consegue digerir facilmente as sementes de chia. Estas ajudam por exemplo, na manutenção de uma boa pressão arterial e no equilíbrio da glicemia.

- São versáteis e fáceis de usar - poderá comer as sementes diretamente, de forma simples, ou adicioná-las à sua bebida favorita, cereais ou saladas.

Dica: Pode também fazer a sua própria “Chia Fresca”, uma bebida popular no México e na América central. Junte 2 colheres de sopa de sementes a 250ml de água e agite. Irá obter um líquido ligeiramente gelatinoso. Adicione sumo de lima ou limão e delicie-se!